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quinta-feira, 29 de março de 2012

Os perigos de deixar um bebê chorando

colo do titio
Como é comum e até recomendado deixar o bebê chorando, dia ou noite, mais ainda a noite né?
O argumento é simples: não acostumar o bebê no colo, mimar o bebê, acostumar mal.
Eu penso assim, o bebê começa a ter memória a partir do 6º mês de gestação, ele já se conheceu dentro do útero da mãe, quentinho, escurinho, acolhedor, justinho, silêncioso e aquoso.
Ele sente a mãe, sua voz, seu carinho, seus sentimentos, alegrias e preocupações, o bebê sente que ele e a mãe são uma pessoa só.
Então ele passa pelo intenso trabalho de parto pra nascer, chega a um ambiente estranho, frio (sim porque dentro da mãe estava a 36 e até 37º) claro, seco, sendo manipulado de um lado ao outro, um tecido passa por todo seu corpo, alías, bracinhos e perninhas cada um para um lado, oposto da posição de segurança e conforto que estava até então: encolhidinho.
Sondas são enfiadas em todas as suas vias, um colírio fortíssimo é colocado em seus olhos, tudo rápido numa sala cheia de barulho, até que é enrolado em um tecido e uma touca é colocada em sua cabeça.
Nesse momento a mãe, então, finalmente pode segurar o bebê pela primeira vez ou simplesmente passa pelo olhar da mãe paralisada pela anestesia para a cesária e vai para o berçário.
colo da mamãe no sling, a forma mais gostosa de colo!
Lá fica sózinho em meio a outros bebês e pessoas estranhas, dizem que em alguns lugares o bebê fica com a mãe o tempo todo, melhor né?
Mais alguém também acha bem traumático, até agressivo?
O que o bebê mais quer e precisa com todo esse processo?
Será que acertou quem disse o colo? Colo da mãe? do pai?
Se o bebê chora porque quer o colo, o que que ele está precisando?
Não seria o acolhimento, a proteção, o cheiro, a voz, o carinho, os sentimentos, a unicidade com a mãe?
Eu pessoalmente tenho plena certeza disso.
Considerando que seja assim, que mensagem é passada ao bebê quando seu choro não é atendido?
Medo, abandono, insegurança e sabe lá mais o quê?
Eu sinto e entendo assim.
Com o colo, o atendimento as necessidades do bebê, penso que ele se desenvolva com confiança, o que vai refletir em toda a sua vida, influenciar o modo como ele lidará com tudo na vida.
Ao contrário do que se pensa, acredito que este bebê se torne mais independente ao ser atendido prontamente em suas necessidades.
Meu filho com pouco menos de 4 anos quer fazer tudo sozinho, faz muito bem, relaciona-se muito bem com todos e quer se afastar de mim, de uma forma muito boa, é claro, quer experimentar, vivenciar sem a proteção da mãe, quer testar sua segurança sem a mãe, pois a mãe é a guarda, proteção, acolhimento, e se ele sente-se seguro e confiante a seguir sem essa redoma é porque amadureceu, evoluiu, cresceu.
colo do papai
E eu acho isso muito bom.
Acho dificil, não sei muito bem como o fazer porém quero educar meu filho para a liberdade: mental, espiritual, de conceitos fechados.
Quero educá-lo para a alegria, bem estar, para a verdade.
E para isso, oferecer a ele atenção as suas necessidades de cada fase de sua vida e na primeira fase o colo é fundamental.
Hoje eu quero pegá-lo no colo, cheirar, beijar, ficar grudadinha e ele não quer, não tem nem 4 anos ainda, imagina se eu não tivesse curtido muito o colo até então?

Leia o Artigo competentemente escrito sobre o assunto, este confirma muitas de minhas colocações, muito bacana, vale a pena conferir:
Os perigos de deixar um bebê chorando, de Darcia Narvaez, PhD, retirado de Psychology Today. Tradução livre de Bianca Balassiano.

Originalmente publicado por Bianca Balassiano em seu SITE.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Para José

José cumpriu sua curta e intensa missão nesta vida e agora habita o reino dos Céus, brilha como estrela.

A ele plenitude, paz e harmonia.

Assim também para sua familia, conforto, amparo.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Vamos ajudar Camila e José?

http://www.sejafortejose.blogspot.com/
Camila é mãe de José, um menininho que está lutando pela vida desde o seu nascimento.
Médicos já tinham anunciado sua morte celebral, em seguida José reage e mostra que ainda está no páreo.

A natureza nos escolheu para gerar a vida, ou seja, somos poderosas mesmo!
Vamos nos unir em pensamento, oração, reza, vibração, emanação para que esta familia fique bem, siga da melhor forma possível os caminhos designados pelo Universo.

Mais sobre a trajetória de José aqui:

 www.sejafortejose.blogspot.com

Estamos juntos!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Parto normal aumenta sensibilidade da mãe ao choro do bebê, diz estudo

Parto normal favorece

 elo natural entre mãe e bebê

 (Foto: Reprodução)

Pesquisa foi feita medindo ativação de áreas 'maternais' do cérebro.


Trabalho tem implicações para entender e até prever depressão pós-parto.
Reinaldo José Lopes

Do G1, em São Paulo

Uma pesquisa publicada na revista científica "The Journal of Child Psychology" sugere que pode haver um elo mais poderoso entre mãe que tiveram filhos por parto normal e seus bebês do que aquele que existe entre mães e seus filhos nascidos por cesariana. Segundo os pesquisadores, a primeira categoria de mães é mais sensível ao choro de seu próprio filho, a julgar pelo padrão de ativação cerebral materno, medido com a ajuda de ressonância magnética de duas a quatro semanas depois do parto.


Para ser mais exato, a resposta aumentada das mães de parto normal aparece em regiões do cérebro ligadas à regulação de emoções, motivação e comportamentos habituais. A conclusão faz algum sentido diante do aparente elo que existe entre o parto por cesariana e um risco aumentado de depressão pós-parto, verificado em mulheres, e também do cuidado diminuído com a cria presente em animais cujos filhotes não nascem por via vaginal.

Os conhecimentos atuais sobre o parto normal também indicam que ele ajuda a desenvolver os circuitos cerebrais ligados ao apego pelos recém-nascidos. Exemplo disso é a liberação periódica de oxitocina, o famoso "hormônio da confiança" (ou "hormônio do apego") durante o nascimento natural.
Menos ativas
"Queríamos saber quais áreas do cérebro ficariam menos ativas em mães que têm seus filhos por cesariana", diz James Swain, pesquisador do Centro de Estudos da Infância da Universidade Yale (EUA). "Nossos resultados apóiam a teoria de que variações nas condições de nascimento que alteram as experiências neurohormonais do parto podem diminuir a sensibilidade do cérebro materno humano no começo da fase pós-parto."
Outro detalhe importante: as mesmas áreas ligadas ao esforço do nascimento também influenciam o estado emocional da mãe. "Conforme mais e mais mães optam por ter filhos mais velhas, tendo, portanto, mais chances de passar por uma cesariana, esses resultados vão se tornando importantes. Podem, por exemplo, ajudar a identificar precocemente o risco de depressão pós-parto e atacar o problema", afirma Swain.

Pesquisa mostra que marcar o parto aumenta os riscos para a mãe

Nos EUA, prática aumentou o número de partos cesarianos.

Pacientes perdem mais sangue e passam mais tempo no hospital.

Do G1, em São Paulo
imprimir Cientistas da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, divulgaram uma pesquisa dizendo que marcar data para o parto pode ter consequências negativas para as mães. Os números publicados pelo “Journal of Reproductive Medicine” mostram que elas perdem mais sangue e passam mais tempo no hospital que nos partos naturais.
Os benefícios de um procedimento cirúrgico devem sempre superar os riscos"Christopher Glantz, autor da pesquisaO estudo acompanhou 485 mães que deram a luz do primeiro filho no centro médico da Universidade de Rochester em 2007. Por isto, os dados dizem respeito apenas ao primeiro parto de uma mulher e não devem ser levados em consideração caso a mãe já tenha filhos. Contudo, é uma análise confiável, já que os pesquisadores analisaram também as fichas médicas ao elaborar as estatísticas.
Aproximadamente 34% das mulheres que optaram pela indução tiveram parto cesariano. Dentre as que tiveram um trabalho natural de parto, apenas 20% precisaram dessa cirurgia. Os pesquisadores ressaltam que, embora seja muitas vezes vista como uma cirurgia simples, a cesárea aumenta os riscos de infecções e complicações respiratórias, além do tempo de recuperação.
“Os benefícios de um procedimento cirúrgico devem sempre superar os riscos. Se não há benefícios médicos para induzir o trabalho de parto, é difícil justificar a escolha por fazê-lo, uma vez que sabemos que aumenta os riscos para a mãe e o bebê”, afirmou Christopher Glantz, autor da pesquisa.

Dentre os motivos pelos quais o parto induzido tem ganhado adeptos, os cientistas listaram a conveniência de marcar o horário e a certeza de dar a luz com o médico que acompanhou a gestação.
“Como trabalhadora e mãe, sei o quanto pode ser tentador marcar um parto para pôr a vida em ordem, mas há motivo para os bebês ficarem no útero todo o tempo necessário”, disse Loralei Thornburg, professora da mesma universidade, especializada em medicina maternal e fetal.

Por Roberta da Fonte via Facebook 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Pós parto: 42 km

Meu pós parto foi bem dificil, não por nenhuma complicação não.
Fisicamente estava tudo ótimo, difícil foi a adaptação a vida nova, a rotina do cuidar de um bebezinho e tudo que essa vida exige, a dificuldade para meu bebê dormir, toda a mudança, problemas com amamentação, a nova relação com o tempo, a relação com o marido, falta de ajuda, a mudança do corpo e a ausência do eu.
Esperava por me adaptar, esperava que as coisas melhorassem, ou seja, que meu bebê dormisse mais e melhor, que a amamentação desse certo, que eu tivesse algum tempo para comer, tomar banho, usar o banheiro, dormir um pouco mais, descansar pelo dia, ler um pouco, usar a internet, me distrair saindo, passeando, conseguisse cuidar um pouco de mim.
É até engraçado essa lista de coisas que esperava poder fazer, está claro que é um monte de coisas e que de fato não seria possível tanto que não foi mesmo.
A amamentação foi um longo caminho, o sono do bebê maior ainda, a dificuldade era a mesma e até piorou consideravelmente aos 6 meses, tempo pra mim até para as necessidades básicas continuou escasso por meses.
Sofri demais pelo cansaço, a falta de sono e de descanso, foi devastador, era difícil para cuidar do bebê, não tinha memória, era lenta, deixei a comida queimar algumas vezes, perdi panelas, engordei muito pois sem tempo pra fazer comida e poder comer, comia muito pão que é bem prático e doces que dava aquele conforto, era como sair pra balada.
Saia com meu filho pra me distrair e pra ele também.
Mas meu cansaço era tanto que acabava não servindo muito.
Sentia que estava trabalhando 24 horas por dia e estava mesmo, sem noite ou fim de semana pra descansar, nem um pouquinho.
Meu filho exigia que ficássemos andando e balançando ele ou ele chorava, isso era constante, ele não ficava no carrinho, em sua cadeirinha, berço, só no colo.
Dormir só a meia noite, meia hora depois acordava.
Começava o dia às 6h e muitas vezes antes ainda, da meia noite às 6h acordava 6x!
Ele dormia pouco e mal, pelo dia a mesma coisa, ficava agitado, com olheiras e choroso.
Eu completamente exausta o tempo todo.
Cheguei ao meu limite por várias vezes mas por falta de opção total recomeçava.

Quando o Cauê estava com 2 anos e 4 meses, as coisas estavam melhores, dormia mais e melhor, estava mais idenpendente, eu conseguia fazer comida e cuidar da casa, passeava mais, tinha mais tempo para mim, consegui desenvolver alguns trabalhos com blogs e o Tarot.
Ao mesmo tempo estava com a sensação de quando acabava de correr uma maratona e é comum usar esse termo para o cuidado de casa e filho, não é?
Não entendia porque estava com essa sensação de cansada, beeeem cansada, com o corpo dolorido, tentando recuperar o fôlego e ao mesmo tempo extremamente satisfeita e feliz por ter completado os 42 km de corrida.
Numa maratona passamos por vários momentos, a empolgação do inicio, dor no corpo, às vezes a dor é forte, muito cansaço, medo, desanimo, vontade de desistir, depois um grande pique, muita energia, grande força, retomo a velocidade e foco no objetivo de fazer a melhor corrida e chegar bem.
Então cheguei a um pensamento: meu pós parto acabou, aos 42 Km, ou seja, aos 2 anos e 4 meses do Cauê, se inverter a idade dele fica 4 e 2.
Minha sensação era de missão cumprida, a missão do começo, da adaptação, da primeira infância.
Estava cansada mas já me recuperando e apesar das muitas dificuldades feliz e plenamente satisfeita e até pensando na próxima jornada, na próxima corrida, no próximo bebê!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O Parto é seu e de mais ninguém!


Olá queridas
Quero divulgar o blog de Rosana Oshiro: O parto é seu.
Muuuito bacana, fala das questões relativas ao parto, principalmente natural.
Sobre a dor, os medos, a ajuda do marido nesse momento tão importante e sobre empoderamento.
Rosana está rumo ao seu 5º parto, sendo os dois primeiros cesárias, o 3º foi um parto domicialir e o 4º parto domiciliar desassitido, incrível!
Este seu próximo parto Rosana irá transmitir ao vivo via net com a intenção de dismistificar o parto natural e o pós parto imediato.
Conheça e acompanhe essa história maravilhosa.

Colo faz bem

"Não existe nenhuma doença mental causada por um excesso de colo, de carinho, de afagos... Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais, ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais. E, contudo, a prevenção dessa doença mental imaginária, o estrago infantil crônico , parece ser a maior preocupação de nossa sociedade."

Do livro 'Un regalo para toda la vida - Guía de la lactancia materna', Carlos González

(Por Patricia Arouca via Facebook)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Intervenções no Recém-nascido

Muito bom esse texto da Rosana Oshiro, as intervenções no bebê em um hospital foi um dos principais motivos por eu ter optado por um parto domiciliar.
O vídeo ao fim do texto é muito chocante, fiquei horrorizada o dia todo e com muito pesar pela mãe e bebê.
Espero que seja útil para todas.
Déborah Gérbera


Já falei aqui sobre as intervenções que a maioria das mulheres sofre no parto sem real necessidade e hoje vou falar das intervenções totalmente desnecessárias pelas quais passam os bebês recém-nascidos.

É um dos principais motivos pelo qual eu não quero ter parto no hospital, porque para fugir do protocolo de intervenções do RN, muitas vezes é mais complicado do que fugir das intervenções do parto em si.

Quando a mulher tem um parto tranquilo, é bem informada e amparada pela equipe médica e tem boa saúde, as chances do bebê precisar de alguma intervenção são quase zero, mas mesmo assim, todos os bebês passam pelas intervenções só porque são rotina do hospital e pronto (e claro porque o hospital ganha com isso...)

Vamos a lista (de horrores!!!):
Manobra de Kristeller -  É aquela manobra em que um enfermeiro ou anestesista (geralmente é o maior da equipe) sobe em cima da mãe e empurra o bebê por cima da barriga dela. Já está 
proibido em alguns países. Essa manobra é usado por falta de preparo e paciência dos profissionais que atendem partos e pode causar morte materna ou fetal porque é uma violencia contra ambos.

Forceps ou Vácuo Extrator - Embora possam ser instrumentos que ajudam a retirada do bebê quando a mãe não consegue forças para expulsá-lo e este está em sofrimento fetal ou quando está a muitas horas no expulsivo com bebê alto e com riscos é usado indiscriminadamente sem medir se há real necessidade.
Só para se ter uma idéia, uma equipe humanizada que conheço no Brasil, utiliza vácuo/forceps em menos de 1% dos casos atendidos. É para se pensar né?

Sonda (sucção dos liquidos internos) -  um tubo de plastico enorme que vão enfiando, enfiando, até o estômago do bebê. Eu fiquei imaginando fazerem isso em mim e depois tirar... Chega me dar aflição só de pensar! Imagina passar por isso na hora em que você chegou
no mundo. Que recepção né?

Colírio de Nitrato de Prata - Um colírio que arde a beça. Uma amiga pediatra do Brasil, depois que pingou no próprio olho, nunca mais pingou em bebê nenhum. A vista fica embaçada, ardida, o bebê não vê os pais e frequentemente gera uma conjuntivite química no terceiro dia. E só, absolutamente, só serve para mãe com gonorréia, coisa que quem tem sabe porque é sintomática.

Vitamina K - A vitamina K via injeção na coxa é feita no berçário, mas pode tomada via oral que funciona do mesmo jeito.

Exame do Pezinho - É feito 48 horas depois do nascimento do bebê, e embora seja feito para detecção de problemas genéticos e seja mesmo necessário, não é necessário fazer o bebê chorar para tal procedimento. Pode ser feito no colo da mãe, com o bebê mamando no peito. Bem menos sofrido, na minha opinião.

Banho de luz - É indicado quando o bebê nasce com ictericia num grau muito alto. Uma ictericia 
leve pode ser resolvida com banho de sol pela manhã e com o próprio aleitamento materno, não sendo necessário a separação da mãe e do bebê para tal procedimento. Mesmo que seja necessário, pode ser feito com o bebê no colo da mãe.

Separação e introdução de formulas - Em muitos hospitais do Japão estão fazendo a separação do bebê da mãe depois do parto, com a desculpa de que ela precisa descansar, mas se a mãe não quiser essa separação ela pode exigir que o bebê fique consigo, assim como pode exigir não que não seja dada nenhuma formula para seu filho(a) se você desejar amamentá-lo no seio.
A amamentação na primeira hora de vida é muito importante é traz beneficios para a vida toda. Vale se informar sobre o assunto.

O video abaixo é uma cena de horror, eu só consegui assistir uma vez e mesmo assim chorei a beça, não acredito que as pessoas achem normal um ser humano ser recebido dessa forma no mundo. 
(sinto muito também pelo que a mulher passou porque com certeza foi muito traumatizante para ela) mas serve bem para ilustrar o que uma mulher passa num parto quando não se informa e não busca as melhores condições para seu parto (e não porque esse parto foi no SUS do Brasil não vi

u? aqui no Japão já li vários relatos de tratamentos como esse, infelizmente).

 

Via Blog Materna Japão por Rosana Oshiro