Eu e o Cauê estávamos lá, repare aos 5'05"
segunda-feira, 28 de junho de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Prematuro "mora" na blusa da mãe com programa canguru, que faz 30 anos
MARY PERSIA
Editora de Equilíbrio da Folha Online
A adolescente Thamara Almeida Lira teve uma experiência inusitada dias atrás: precisou explicar à mãe o que o filho recém-nascido fazia dentro de sua blusa.
Kauã nasceu no Hospital Maternidade Interlagos (zona sul de SP) com menos de 2 kg, aos sete meses de gestação. O local, especializado em bebês e grávidas de alto risco, adota o método canguru com recém-nascidos de baixo peso. Lá, as crianças ficam sob as roupas das mães.
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"Ele fica apenas com a cabeça de fora, sentindo o meu calor", diz Thamara. "Minha mãe achou bom, pois ele está pegando peso."
A explicação da adolescente de 16 anos à própria mãe não é fato raro. Para muitas avós, a explicação se faz necessária, uma vez que o método é política pública no Brasil há apenas nove anos --as primeiras experiências por aqui remontam a 1991, no Hospital Guilherme Álvaro, em Santos.
O método começou a ser utilizado há 30 anos na Colômbia por uma equipe do Instituto Materno-Infantil de Bogotá, implantado pelo médico Héctor Martínez.
Os motivos do sucesso do método vão além dos aspectos psicológicos. "No colo, a criança fica mais calma, há a troca da flora de bactérias e de anticorpos entre mãe e filho. Melhoram a parte física, o ganho de peso, e o vínculo afetivo", diz Edinéia Vaciloto Lima, neonatologista da maternidade Pro Matre Paulista.
Peso
Se, antes, o bebê de baixo peso ficava na incubadora até atingir 2 kg, hoje ele pode ir para o colo da mãe (ou do pai) a partir de 1,250 kg. Para realizar o canguru, porém, não basta que o bebê tenha determinado peso.
É o caso de Kethelyn Joice, de um mês e meio, que nasceu com 980 g e há 11 dias experimenta o colo da mãe, Alessandra Maurício Pereira, 29. As duas se encontram diariamente no hospital de Interlagos."Sabemos o quanto o método é bom, mas é importante haver estabilidade clínica para evitar riscos", diz Edinéia. Por isso, há prematuros maiores que não podem deixar a incubadora, enquanto outros menores, mesmo com sonda, vão para o colo da mãe.
"Fico com ela o dia inteiro. Chego às 9h30 e só vou embora às 19h", conta a diarista, que apresentou quadro de hipertensão na gravidez levada até o sexto mês. A filha, hoje com 1,6 kg, pôde ser tocada pela mãe desde o primeiro dia de vida, mesmo na incubadora.
Para a alta da criança, a balança igualmente influencia, mas não determina a alta da criança. Para ir para casa, a amamentação faz toda a diferença. "Vimos que, se a mãe 'sente' bem o bebê e faz amamentação exclusiva, o período de internação é abreviado", diz Daniel Caldevilla, diretor de neonatologia do Hospital Maternidade Interlagos.
Mais que visitaAs crianças que se alimentam somente de leite materno podem ser liberadas a partir de 1,8 kg, com retornos a cada dois dias.
Com a abordagem humanizada que gradativamente toma conta das UTIs neonatais, as mães se tornaram mais que uma visita. Delas provêm informações que ajudam na avaliação da criança. "O profissional pega o bebê para examinar. Já a mãe vai conhecendo bem o bebê desde que ele nasce", diferencia Caldevilla.
Para favorecer esse relacionamento, as mães são incentivadas a realizar o toque e a alimentação da criança que necessita da incubadora. Procedimentos que Silvana Cândido da Silva, 34, já vinha fazendo com Eduardo, nascido há três semanas com 1,2 kg.
Pegar no colo, porém, ela ainda não podia. Até que, na última quarta-feira, experimentou o canguru pela primeira vez.
"Eu via outras mães fazendo e perguntava quando seria eu", conta Silvana. "Esperei desde a gravidez para pegá-lo no colo." A reportagem, diante da cena, percebe a hora de deixar mãe e filho, enfim, sós.
Mães relatam benefícios do "sling", carregador de pano para bebês
| Com 2 anos e 7 meses meu filho dorme numa boa no Sling durante as compras |
colaboração para a Folha de S.Paulo
Durante os cinco meses em que ficou afastada do trabalho após o nascimento de Pedro, hoje com dois anos e oito meses, e de Luana, oito meses, a estatística Relze Fernandes, 32, carregou os filhos para cima e para baixo. E, segundo diz, não precisou deixar nenhuma atividade de lado por causa disso.
"Colocava o 'sling' de manhã e passava o dia todo com ele. Na única vez em que esqueci, fiquei 'podre' de levar meu filho no colo. Usava tanto que não conseguia tirar nem para lavar", diverte-se.
Assim como as mães-celebridades Julia Roberts e Angelina Jolie, Relze faz parte de um grupo crescente de mulheres (e homens) de grandes centros urbanos que está aderindo a carregadores de tecido para transportar os bebês próximos ao corpo durante passeios e tarefas rotineiras, um hábito arraigado entre povos de regiões da Ásia e da África e que tem adeptos também na Europa e na América do Norte.
"As mães relatam que seus filhos choram menos e se sentem mais seguros, além de sentarem e andarem mais cedo", afirma a pediatra Jucille Meneses, do departamento científico de neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Embora não haja embasamento científico para indicar o uso do 'sling', o contato com a mãe é benéfico para o lactente."Além do aspecto prático --liberar mãos e braços do adulto para outras atividades--, os defensores do "sling" atribuem a ele outras vantagens, como o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados.
Nos Estados Unidos, o pediatra William Sears, autor de mais de 40 livros, é um dos entusiastas dos carregadores e o responsável por cunhar o termo "babywearing" (algo como "vestir o bebê"). De acordo com ele, os bebês "slingados" choram menos, aprendem mais e são mais espertos.
A modelo Luciane Trapp, 26, que começou a usar o "sling" com Gabriela, 3, e atualmente carrega Bernardo, de dois meses, tem sua própria explicação. "O bebê sai da barriga e é colocado em um berço grande e vazio, o que é muito frio. No 'sling', é como se continuasse no meu corpo", diz. "E, se ele quer mamar, é só arrumar o pano que não dá para ninguém ver. Faço isso até andando."
A pediatra Jucille Meneses cita outras vantagens da rede: mantém as pernas do bebê unidas e não altera o desenvolvimento do quadril, o que pode ocorrer com o uso contínuo da mochila e de modelos tipo cadeirinha. "Algumas pessoas podem se questionar se o carregador aumenta a curvatura da coluna vertebral do bebê, mas isso não ocorre. Ele não leva a vícios de posição", completa.
Cólicas
O "sling" também costuma ser associado à diminuição das cólicas. Relze Fernandes, que passou dez meses "slingando" os filhos, atribui as poucas crises ao fato de eles terem passado muito tempo com as pernas encolhidas na rede. Para a pediatra, a explicação é outra: as dores diminuem graças ao fortalecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, "que melhora o ambiente psíquico e, conseqüentemente, as cólicas".
Mas nem todo mundo se sente confortável com o carregador. A psiquiatra Fernanda Moreira, 36, usou com o filho Thiago nos primeiros meses, mas depois notou que ele não queria mais ficar na rede. "Ele não gosta de colo deitado, só em pé, até para dormir. Então, detestou o "sling" logo que passou dos dois meses. Acho que passou a se sentir meio preso", diz.
Em relação ao corpo da mãe, há pelo menos uma ressalva. Para Osmar Avanzi, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e professor da Santa Casa de São Paulo, não é recomendável usar os carregadores durante longos períodos para não sobrecarregar a coluna. "É importante também ter um bom condicionamento físico e fazer alongamento para evitar dores lombares. Sem falar que, quanto maior o peso da criança e do próprio adulto, pior a sobrecarga", explica.
Outro medo recorrente entre os que olham com desconfiança para os carregadores, o de criar crianças extremamente dependentes dos pais, é rechaçado pelas adeptas. "Eu me preocupava muito de voltar a trabalhar e o Pedro não se adaptar, pois só dormia no 'sling', mas depois parecia que ele tinha nascido na escola. Ele é muito independente", afirma Relze Fernandes.
Vale lembrar que os carregadores são seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Perguntas mais frequentes - Sling
O Sling que a P o t i r a oferece é de qualidade, resistente, totalmente seguro. Tecidos, costuras e argolas que resistem com tranquilidade até 22 kg, o bebê fica muito seguro.
Carregador de bebê, o que é?
É um tecido especialmente costurado para carregar seu bebê com conforto e segurança. Prático, bonito e moderno.
Não é ruim para as costas da mãe?
Não. Fica mais prático e fácil carregar o bebê. O peso é distribuído por toda as costas e não sobrecarrega os braços.
E para o bebê não é prejudicial para sua coluna?
O formato do carregador de bebê acompanha o formato natural da coluna do bebê ficando muito confortável e aconchegante para o bebê.
Qual a diferença do carregador de bebê e os cangurus tradicionais?
O canguru tradicional força a posição ereta prematura nos bebês o Carregador de bebê permite várias posições do bebê acompanhando seu desenvolvimento e crescimento, além de permitir que o bebê seja amamentado com conforto e discrição.
O bebê não ficará mimado e mal acostumado de ficar no carregador?
O bebê necessita do contato com a mãe ao nascer, no carregador de bebê o bebê sente o calor da mãe, o tato, é balançado naturalmente assim como quando estava dentro da barriga, fica próximo ao som do coração da mãe, isso lhe dá segurança, tranquilidade, calma, o bebê dorme mais e melhor e a medida de seu crescimento lhe dá mais independência e auto-confiança.
O carregador de bebê é algo novo?
Todas as culturas naturais possuem carregador de bebê, cada uma adaptou a sua forma, nos EUA é muito comum inclusive entre celebridades. Felizmente se popularizou e chegou até nós.
O bebê fica apertado dentro do carregador?
O bebê fica de forma semelhante ao que ficava na barriga da mãe, ele sente o tecido suave a sua volta, o que lhe dá segurança, pois dentro da barriga sentia uma da bolsa.
Qual a vantagem do carregador de bebê para a mãe?
Para a mãe ou qualquer outra pessoa que irá carregar o bebê há a vantagem da distribuição do peso do bebê em toda as costas, também a pessoa fica com as mãos livres o que permite outros afazeres em casa ou em passeio como mexer na bolsa, manipular objetos, fazer compras em supermercados ou shopping, etc.
Além da segurança e o contato com seu novo filhote.
Pode amamentar o bebê com discrição e conforto em qualquer lugar.
E para o bebê quais as vantagens?
O bebê fica em uma posição confortável, sente o balançar natural dos movimentos da mãe assim com na barriga também.
Não fica mudando de posição várias vezes nem é apertado como acontece ficando direto no colo. Sente o calor da mãe. Fica mais calmo. Dorme melhor. Sente-se seguro.
Desde que idade posso usar o carregador de bebê?
Desde o primeiro dia de vida.
Qual o limite de uso do carregador de bebê?
Não há limite, a mãe pode usar durante todo o dia se quiser e também à noite se necessário ninar o bebê.
O carregador de bebê pode prejudicar o bebê?
De forma alguma, só traz benéficos, conforto e bem estar ao bebê. Não há pressão em nenhuma parte do corpo do bebê.
Até que idade posso usar o carregador de bebê?
O tempo em que você carregar seu filho no colo, os carregadores de bebê oferecidos pela Potira são resistentes, especialmente confeccionados para dar conforto e segurança e suporta até 22 kg tranqüilamente.
E as crianças maiores, não vão querer ficar deitadas, como fazer?
Nos carregadores de bebês você pode acompanhar as fases do bebê, quando sustenta a coluna já pode ficar sentadinho e acompanhar o movimento, quando maiorzinho pode ficar sentadinho com as pernas de fora, proporcionado mais movimentos e ainda sim bem confortáveis e ainda se quiserem dormir é só colocá-lo para dentro do carregador.
O carregador de bebê possui tamanhos diferentes?
Sim, o modelo Pouch possui os tamanhos P, M e G, o modelo de argola é tamanho único.
Marcadores:
Aqui: Perguntas mais frequentes,
Sling
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Sling
É um grande tecido com argolas para ajuste do espaço em que o bebe ficará.
Muitos ajustes podem ser feitos, o bebê pode ficar na posição deitadinho para dormir ou se ainda não sustenta pescoço e tronco, sentadinho olhando o mundo para frente e sentadinho olhando para mãe com as perninhas para fora.
Também é possível ajustar o bebê para mamar confortavelmente.
São os slings tipo "envelope".
Compactos, modernos e fáceis de usar.
Dupla-face.
Costuras internas de segurança.
Costuras internas de segurança.
Sling Argola
Sling é um produto que a Potira oferece com muito carinho, é um carregador de bebê moderno, bonito, confortável e muito prático.
Para bebês recém nascidos a 5 anos, ou seja, todo o período que se carrega a criança no colo.
Para os recém nascidos o sling é uma transição da barriga para o mundo externo, ele fica de forma muito parecida como estava na barriga, fica no calor da mãe, sente o balanço natural seu cheiro e escuta seu coração, sente-se seguro, fica mais tranqüilo e dorme mais.
Os maiorzinhos ficam mais confiantes e ganham independência mais rapidamente.
A mãe tem o prazer e a segurança de estar junto ao seu filhote.
Muito prático também para amamentar com discrição.
O vínculo mamãe e bebê é muito fortalecido.
Crianças felizes tornam-se adultos felizes.
A Potira oferece carregadores de bebês de qualidade para que você carregue seu bebê com conforto e principalmente segurança.
Tecidos que não causam alergia ou irritação a pele do bebê.
Design e materiais que suportam tranqüilamente o peso, movimentos e manuseio do bebês.
Tudo isso com estampas modernas e cores que combinam com seu jeito de ser.
Escolha já o seu ou presenteie com originalidade!
Tecido 100% algodão.
Leve, fresco e seguro.
Argolas importadas em alumínio, atóxicas.
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Modelos de sling
Celebridades que usam Sling
Há muito o Sling é usado mundo afora, celebridades do mundo inteiro aderiram.
Aqui alguns exemplos, repare que são bebês de vários tamanhos, recém nascidas até maiorzinhos nos 2 modelos, o Pouch e o de Argolas:
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Celebridades que usam sling
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Matéria sobre sling no Guia do bebê
Segurança
Vamos "slingar" nossos bebês?
O termo "slingar" pode soar estranho para algumas mamães, até porque algumas delas jamais ouviram falar nisso, mas pode se tornar um parceiro inseparável pós-gravidez. Explicando bem: "slingar" é carregar o bebê em uma tipoia junto ao corpo. Essa tipoia chama-se sling e por isso "slingar" o bebê.
Várias celebridades, entre as quais Angelina Jolie, já estão desfrutando dos benefícios de um sling. É um pano envolto nos ombros e costas, onde o bebê é colocado como se estivesse em uma rede. Conforme o bebê cresce, pode colocá-lo sentado com as perninhas para dentro ou para fora. E outro item importante é que o papai também pode usufruir desse novo benefício.
Isso lhe parece desconfortável e que logo terá dores nas costas? Pelo contrário, o sling equilibra o peso da criança sobre os ombros e costas da mamãe ou do papai, sendo o risco de dores nas costas menor do que quem carrega o bebê nos braços.
Além do menor risco de dores nas costas por conta do equilíbrio do peso que o sling oferece, nessa tipoia os pais não cansam os braços, estão sempre com seu bebê juntinho do corpo e ainda ficam com os braços livres para fazer o que quiser.
Já com o bebê nos braços, a mamãe logo se cansa e o coloca em um carrinho ou no berço, perdendo os benefícios de estar pertinho do calor e cheirinho da mamãe ou do papai.
Bebê quietinho no colo dos pais - O sling tem mais benefícios para os pais e o bebê. O bebê que fica "slingado" chora 54% a menos a noite e 43% a menos durante o dia. Sabe por quê? Como todo bebê é esperto, ele se sente muito mais protegido e amparado pelos pais, que ficam literalmente colados durante o dia.
Para as mamães que ainda amamentam, o sling deixa a amamentação mais discreta em lugares públicos. A mulher pode amamentar sem ficar constrangida. Para andar alguns quarteirões, a "tipoia" é a melhor opção já que o excesso de buracos nas ruas impede os pais de caminhar com facilidade com o carrinho. Com ele no sling fica mais tranquilo o passeio.
Outros benefícios - Carregar o bebê assim previne a regurgitação e reduz a formação das cólicas, favorecendo a digestão. A mamãe ou papai conseguem fazer as suas atividades conversando com seu bebê já que suas mãos estão livres e o bebê juntinho do peito.
Pais que "slingam" conseguem entender melhor o que seu bebê está querendo, atendendo melhor as necessidades do pequeno. Há um melhor desenvolvimento motor e emocional da criança que é carregada pelo sling. Mas sem esquecer que criança também precisa correr, pular e praticar outras atividades motoras.
Além de tudo isso, o sling proporciona ao bebê a visão do mundo. No carrinho o bebê só enxergava os joelhos dos adultos, no sling conseguem conhecer melhor o mundo.
Dicas
Nunca troque a cadeirinha de segurança do carro pelo sling que não oferece a mesma segurança para o transporte em um veículo.
Cozinhar não é uma opção para quem está com o bebê no sling. O perigo de queimaduras é grande.
Nunca troque a cadeirinha de segurança do carro pelo sling que não oferece a mesma segurança para o transporte em um veículo.
Cozinhar não é uma opção para quem está com o bebê no sling. O perigo de queimaduras é grande.
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