quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Células-tronco maternas

Pesquisadores descobrem que o leite materno tem mais do que proteínas

As previsões estavam certas: as células-tronco presentes no leite materno têm a capacidade de se transformar em células de outras partes do corpo. Quando os pesquisadores descobriram o poder do leite materno, em 2008, eles previam que, dentro de cinco anos, já poderiam fazer tratamentos usando o alimento.

Nesta semana, o Grupo de Pesquisa sobre Lactação Humana da Universidade de Western Australia (UWA) divulgou um estudo, afirmando que as células-tronco do leite materno podem se transformar em células do fígado, ossos, cartilagens, pâncreas e cérebro.

A professora responsável pela pesquisa, Foteini Hassiotou, disse que ainda será preciso entender “as propriedades e o papel destas células nas mamas e nas crianças que se alimentam com o leite materno”.

Outro benefício desta descoberta é conseguir obter células-tronco de uma maneira menos invasiva. A responsável pela pesquisa ainda afirmou que o “próximo passo será implantar estas células nos animais para examinar seu potencial”.

A presença de células-tronco no leite materno foi descoberta em 2008, também por um pesquisador da UWA. Na época, Mark Cregan disse que “estavam apenas começando a entender que o leite materno é responsável por muitas outras funções, além da de fornecer as necessidades nutricionais do bebê”.

Vale lembrar que as crianças devem ser alimentadas exclusivamente de leite materno até os seis meses de idade.

Via Revista Pais & Filhos

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Interessados em adotar é cinco vezes maior do que crianças à espera de família

Crianças a espera de adoção são seres humanos que mesmo com pouca idade já viveu situações dificeis e bem tristes, necessitam de uma familia que as amem e eduquem; Ficar escolhendo tom de pele, impor limite de idade não é nada nobre, não me parece uma atitude de quem quer doar amor, parece mais um desejo de consumir um certo produto, lamentável.
Déborah Gérbera

Por Elaine Patricia Cruz

O número de pessoas interessadas em adotar é cinco vezes maior do que o número de crianças e adolescentes à espera de nova família. Isso é o que mostrou o Cadastro Nacional de Adoção, que foi divulgado na última quinta-feira (13) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O cadastro mostra que há 4,9 mil crianças e adolescentes registrados para adoção no país. O número de pretendentes inscritos, por sua vez, chega a 26.936.

Para o CNJ, três fatores têm dificultado a adoção de crianças e adolescentes. O primeiro deles é o perfil exigido pelos pretendentes: de acordo com o cadastro, 9.842 (36,54% do total) dos que pretendem adotar preferem crianças ou adolescentes brancos. No entanto, quase metade das crianças disponíveis para adoção – 2.272 no total – é parda. Crianças brancas somam 1.657, o que representa 33,82% do total.

Outro entrave, segundo o CNJ, refere-se à faixa etária. Mais da metade dos pretendentes (cerca de 59%) querem adotar crianças de até 3 anos de idade. O terceiro fator é a indisposição dos pretendentes em adotar grupos de irmãos. Segundo o cadastro, 22.341 pretendentes desejam adotar apenas uma criança. Das crianças e adolescentes disponíveis para adoção, 3.780 têm irmãos.

Em entrevista à Agência Brasil, o desembargador Antônio Carlos Malheiros, coordenador da área de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, disse que outro problema que dificulta as adoções no país é a ausência de uma estrutura melhor e mais adequada nas varas de infância.

“O [Poder] Judiciário da Infância e da Juventude ainda não está suficientemente aparelhado para ser mais ágil. Segundo, ainda que estivéssemos aparelhados e bem estruturados para sermos mais rápidos, é preciso tomar uma série de cuidados ao colocarmos uma criança em uma família. Temos que saber quem é essa família”, disse o desembargador.

De acordo com o desembargador, hoje o tempo de espera para adoção caiu muito com a criação do Cadastro Nacional. “Com o Cadastro Nacional melhorou muito, está andando mais rapidamente. A diminuição das exigências também está fazendo andar mais rapidamente. A média hoje, depois que um casal é habilitado, é de uns dois anos. Já foi mais tempo”.

Para Malheiros, somente as campanhas de orientação e estímulo das adoções poderão reduzir o número de crianças e adolescentes em abrigos. “Não podemos parar com nossas campanhas. Temos que fazer uma atrás da outra”.

O Cadastro Nacional de Adoção foi criado em abril de 2008 como forma de consolidar os dados de todas as comarcas do país com relação a crianças e adolescentes disponíveis para adoção. O cadastro tem dados sobre o sistema e serve para acelerar a adoção no país.

(Agência Brasil)

domingo, 16 de outubro de 2011

O poder da arte

Crianças estimuladas a desenhar e pintar tem bom desenvolvimento motor e emocional.

Em brincadeiras na escola ou em casa mesmo, é comum que as crianças demonstrem interesse espontâneo em atividades artísticas, como tocar um instrumento, pintar e desenhar.

Permitir que seu filho vivencie momentos como esses é fundamental para seu desenvolvimento psicomotor. Assim como incentivá-los, desde cedo, a frequentar museus, peças de teatro, shows e demais locais onde estarão em contato com a arte.

 “Dessa forma os pais permitem que as crianças desenvolvam suas habilidades artísticas”, orienta a historiadora e especialista em arte-educação, Lilian Nemes. “Mas só isso, não basta”. Na opinião de Lilian, deixar a criança produzindo sem orientação – seja soprando uma flauta ou pintando com guache – pode ser superficial. “Para que este processo seja produtivo, a participação de um arte-educador é bastante importante.”

Este profissional, que atua em escolas de arte e também como parceiro em muitas das escolas de educação infantil, é capaz de ministrar e interpretar as manifestações artísticas da garotada. Como possui uma considerável bagagem artística e cultural, pode transmitir seus conhecimentos e realizar atividades direcionadas para trazer resultados benéficos às crianças no seu desenvolvimento motor, físico e emocional.

 “Para conhecer a si e ao mundo, todas as crianças espontaneamente desenham, brincam com seu corpo, com os objetos, com sua voz e com o espaço. O ensino da arte tem o papel de incentivar esta potencialidade inerente ao ser humano e favorecer o desenvolvimento das capacidades sensíveis - ver, ouvir, tocar, cheirar, provar -, além das potencialidades criativas e expressivas das crianças”, diz a especialista em arte-educação.



Estudar música na infância melhora a inteligência

Crianças de 4 a 6 anos passam a ter mais facilidade com vocabulário

Além da possibilidade de se tornar um grande músico, a formação musical para crianças logo cedo pode ajudar também em outras áreas como a melhora do vocabulário.

É o que diz um estudo publicado na revista Psychological Science.

A pesquisa foi realizada pela York University e pelo Royal Conservatory of Music de Toronto.

Foram analisadas 48 crianças, na idade de 4 a 6 anos, que foram divididas em dois grupos.

Um dos grupos estudou fundamentos básicos da música, como tom, ritmo e melodia. Já o segundo, teve aulas de conceitos básicos da arte visual, como formas e linhas.

Os dois grupos tiveram lições duas vezes por dia, em sessões de uma hora, ao longo de 20 dias. Antes de começar o programa, os estudantes foram testados em sua inteligência verbal e espacial. O mesmo teste foi aplicado após as aulas.

O resultado mostrou que 90% das crianças que tiveram o treinamento musical apresentaram melhora na inteligência - melhor conhecimento de vocabulário, tempo de reação e precisão.

Já no grupo que não estudou música, os pesquisadores não encontraram um aumento significativo na inteligência verbal ou mudanças no cérebro.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI272220-17770,00-ESTUDAR+MUSICA+NA+INFANCIA+MELH

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Violência no parto: ''Na hora de fazer não chorou''

Blog Mamíferas - [Kathy] Quem nunca ouviu histórias de mulheres que foram agredidas psicologicamente, verbalmente e até fisicamente durante o trabalho de parto? Eu infelizmente já ouvi muitas, tantas que os absurdos relatadas abaixo me soam como algo assustadoramente “comum”, pois já ouvi outras vezes.

E pelo visto essas agressões são tão comuns que integram o capítulo “Violência no Parto” do estudo “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”, realizado em agosto de 2010 pela Fundação Perseu Abramo e pelo Sesc e divulgado agora. O estudo foi assunto de matéria divulgada pela Folha de hoje (link aqui). 
Segundo o estudo relatado na matéria, “uma em cada quatro mulheres que deram à luz em hospitais públicos ou privados relatou algum tipo de agressão no parto, perpretada por profissionais de saúde que deveriam acolhê-la e zelar por seu bem-estar. São agressões que vão da recusa em oferecer algum alívio para a dor, xingamentos, realização de exames dolorosos e contraindicados até ironias, gritos e tratamentos grosseiros com viés discriminatório quanto a classe social ou cor da pele.”
As agressões verbais relatadas são assustadoras, coisas como: “Na hora de fazer não chorou, não chamou a mamãe. Por que tá chorando agora?”; ou “Não chora não que no ano que vem você está aqui de novo”; ou ainda “Se gritar, eu paro agora o que estou fazendo e não te atendo mais”, descritas no estudo e relatadas pela reportagem da Folha.
Outras agressões comuns foram os exames de toque doloridos. Recentemente a Kalu fez um post sobre esse tema, e sabemos que esse é um procedimento que é feito sem necessidade muitas vezes. Quem já passou por um exame de toque sabe o quanto pode ser desconfortável com um profissional delicado, imaginem vocês quando a pessoa o faz de qualquer jeito, sem respeitar a paciente. É absurdo atrás de absurdo!
O estudo “quantificou à escala nacional, a partir de entrevistas em 25 unidades da Federação e em 176 municípios, a incidência dos maus-tratos contra parturientes. (…) O estudo mostra, por exemplo, que as queixas são mais frequentes no caso de o local do parto ser a rede pública, com 27% das mulheres reportando alguma forma de violência.
Em 2009, foram quase 2 milhões de partos feitos nas unidades do Sistema Único de Saúde. Quando a mulher dá à luz em um serviço privado, as queixas caem a 17%. Ressalta no estudo a diferença de tratamento em municípios pequenos, médios e grandes. Quanto maior o município, maior a incidência de queixas.”
E a conclusão que os pesquisadores retiraram desse estudo é uma tecla que nós aqui do Mamíferas já batemos há anos, e vocês sabem disso: “Segundo Sonia Nussenzweig Hotimsky, docente da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, a diferença pode ser atribuída à “industrialização” do parto nos grandes hospitais. “Em uma cidade pequena, as pessoas acabam se conhecendo e o tratamento tende a ser mais humanizado”.”
Outra tecla que batemos aqui desde sempre é que quando a mulher se sente segura, respeitada e quando ela participa ativamente do trabalho de parto, quando é informada dos procedimentos, quando sua opinião e suas vontades são levadas em consideração, a dor diminui, e o processo fica mais tranquilo para todos.
Mas além de não termos nada disso, as mulheres ainda são humilhadas, tratadas de forma desumana e desrespeitosa, em hospitais públicos e privados.
Meu apelo é para que as pessoas não se calem ao passar por situações semelhantes. Que reúnam provas, testemunhas, que documentem os maus tratos, que façam relatos detalhados das agressões e desrespeitos sofridos e que denunciem esses “profissionais”, entre aspas, porque não é possível chamar uma criatura dessa de profissional.
A maioria dos conselhos Regionais e Federais de Medicina e de Enfermagem, Ouvidorias de hospitais e órgãos similares recebem denúncias até mesmo via internet. Ficar calado não ajuda em nada, só aumenta a impunidade e faz com que esse tipo de tratamento seja considerado o “normal”. Faça barulho e incentive quem passa por esse tipo de situação a denunciar!

Publicado no Diário Liberdade em 25/02/2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Febre infantil não é doença

Os pais andam exagerando na dose de antitérmicos oferecida à criançada, alertam os pediatras. Afinal, em quais casos é necessário lançar mão das gotinhas?


por LÚCIA NASCIMENTO I ilustrações MARIANA COAN

Imagine chamar a polícia toda vez que o alarme do carro dispara antes mesmo de verificar se alguém tentou roubá-lo ou se foi apenas uma pedra que caiu na carroceria e disparou o sinal. Seria um caos, não? Mas é exatamente isso que os adultos fazem quando os pequenos têm febre — e nem se dão conta. Basta o termômetro indicar mais de 37 °C que começa a correria para encontrar um remédio antes mesmo de averiguar o estado de saúde da criança. A questão é: o uso de medicamento, nessas horas, pode ter consequências negativas.
Tanto é que a mais importante revista científica de pediatria do mundo, a americana Pediatrics, lançou um alerta recente sobre o uso indiscriminado de antitérmicos. No artigo, assinado por especialistas da Academia Americana de Pediatria, os médicos recomendam que não se recorra a esse tipo de remédio com o objetivo exclusivo de reduzir a temperatura corporal de meninos e meninas. "Só que, infelizmente, muitos pais têm um medo exagerado e irracional da febre", lamenta o pediatra Jayme Murahovschi, da Academia Brasileira de Pediatria. É aí que mora o perigo.
Isso porque a automedicação é sempre arriscada. "Os antitérmicos não atuam sobre a doença que desencadeou a subida da temperatura, só diminuem a febre", lembra a infectologista e pediatra Cristina Rodrigues da Cruz, professora da Universidade Federal do Paraná. "A preocupação, quando há febre, deve ser com o diagnóstico do que a causou, feito por um pediatra." Além disso, o calor corporal — desde que não passe de um limite tolerável — até costuma dar uma mão para exterminar o que por ventura está por trás de toda a encrenca.
"A febre de até 38,6 °C otimiza o sistema imunológico", confirma a pediatra Joelma Gonçalves Martin, professora da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, no interior do estado. "Ou seja, ficar um pouco mais quente do que o normal ajuda a criança a se defender, porque a produção de anticorpos protetores aumenta, recrutam-se algumas células de defesa de maneira mais rápida e inibe-se a multiplicação de diversos micro-organismos", explica.
Se a febre, a princípio, não faz mal, quando será que os antitérmicos são mesmo necessários? "No geral, quando aumentam o conforto da criança no alívio de sintomas como tremores, mal-estar e aceleração dos batimentos cardíacos", diz o infectologista Milton Lapchik, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. Isso significa que se seu filho está quente, mas continua correndo pela casa, não é preciso medicá-lo. As exceções são garotos com problemas cardíacos ou pulmonares, além daqueles que têm suscetibilidade a crises convulsivas desencadeadas por febre.
Em todos os casos, entretanto, quem deve decidir se é hora de apelar para as gotinhas é o médico — e não os próprios pais. "Nos menores de 3 anos, cujo sistema imune é um pouco mais imaturo, a preocupação precisa ser maior", ressalta Joelma. "Assim, bebês com temperatura alta, independentemente do estado geral, crianças com febre baixa, mas com outros sintomas, e as que permanecem febris por dias seguidos necessitam de atendimento médico." Nos recém-nascidos, qualquer febre deve ser comunicada imediatamente ao pediatra.
Mas nenhum pai ou mãe deveria se desesperar nessas horas. Talvez esse seja o recado mais importante do artigo americano. Em mais de 60% dos casos, a elevação da temperatura é apenas uma das respostas do organismo à presença de algum micro-organismo estranho — e logo, logo esse calorão todo passa. Funciona assim: quando um vírus ou bactéria entra no corpo e é reconhecido como invasor, leva à produção de substâncias conhecidas como mediadores inflamatórios. "Eles provocam vasodilatação local, esquentando a região", explica a fisiologista Silvia Nishida, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp, em Botucatu. "E atuam no termostato cerebral, o hipotálamo, elevando o ponto de ajuste da temperatura do corpo."
Então, se antes o termômetro do organismo se esforçava para não passar de 36,5 °C, agora ele acha que o melhor é deixar tudo bem quente. "A partir daí ocorre uma série de estímulos, responsáveis por produzir e reter calor, como a ereção dos pelos e a constrição dos vasos periféricos", afirma Joelma. A pediatra e neonatologista Fernanda Zicolloto, do Hospital e Maternidade Santa Joana, na capital paulista, deixa um aviso: "A febre é sempre um bom sintoma". Basta não se apavorar com ela e averiguar o que a provoca antes de partir para qualquer medicação.
Quando o termômetro sobe
ACIMA DE 37,8 ºC - FEBRE

E em crianças pequenas o termômetro pode marcar temperaturas bem mais altas do que esse calor. É uma reação natural de um organismo que está aprendendo a se defender. Ou seja, o calorão muitas vezes não reflete nada grave. Por isso, não se preocupe tanto.
ENTRE 37,2 E 37,8 ºC - ESTADO FEBRIL

Nem sempre uma temperatura pouco acima de 37ºC indica que a febre está a caminho. Mas quando o estado febril se manifesta, a recomendação é deixar um termômetro por perto para verificar se o corpo do pequeno não irá esquentar demais.
ATÉ 37,2 ºC - NORMAL
As pessoas têm organismos diferentes e a temperatura pode variar de indivíduo para indivíduo. Mas até cerca de 37,2ºC tudo está absolutamente normal.
Adultos são mais frios
Crianças
Entre 36,5 e 37,5 ºC
Elas costumam ser até 0,5ºC mais quentes que gente grande, já que nessa fase o corpo precisa trabalhar muito mais para promover o crescimento. Aí, por causa de todo esse gasto de energia, também é produzido calor.
Adultos
37 ºC
Essa é a média de temperatura em homens e mulheres. É claro que alguns indivíduos são, por assim dizer, mais frios que outros, mas ninguém fica muito longe desse ponto.
Os remédios mais usados


Eles não atuam na causa do problema, apenas abaixam a temperatura. Mas, ok, podem trazer algum alívio ao mal-estar
Dipirona
Só deve ser administrada em crianças acima de 3 meses. A droga inibe a síntese da prostaglandina, um mediador importante para a ativação do centro nervoso regulador da temperatura corporal.
Paracetamol
É o único que pode ser usado desde o período neonatal. É menos potente que a dipirona em termos anti-inflamatórios. Sua ação também está relacionada à menor produção de prostaglandinas.
Ibuprofeno
Pode ser usado a partir dos 6 meses de idade. Impede o surgimento de mediadores pró-inflamatórios que aumentam a temperatura. Seus efeitos colaterais se relacionam a sintomas gastrointestinais.
Receitas caseiras
Algumas delas funcionam pra valer, sem efeitos colaterais
Lenços úmidos
As nossas avós já sabiam que colocar panos molhados com água na testa dos pequenos dá uma ajuda e tanto. "As compressas devem ser mornas e podem ser utilizadas desde que proporcionem conforto à criança", lembra a infectologista e pediatra Cristina Rodrigues da Cruz. O corpo perde calor com o contato do tecido úmido em temperatura menor que a dele.
Muito líquido

Durante a febre, é comum haver desidratação. Por isso, todo tipo de suco, chá ou mesmo um copo de leite ou água são muito bem-vindos para manter o corpo funcionando até o fogo passar.
Roupas leves
Fuja à tentação de cobrir seu filho com um cobertor para evitar que ele fique tremendo. Para ajudar o organismo a regular a temperatura, o ideal é o contrário: tire o excesso de roupas.
Banhos mornos
A água deve estar morna, em torno de 36 ºC — e pode parecer gelada para a criança que está pelando de febre. Por isso, nada de obrigá-la a entrar na banheira ou no chuveiro. A estratégia é eficiente, desde que não faça o pequeno berrar de desconforto. Afinal, a ideia é aliviá-lo de qualquer mal-estar, certo?